Eu não quero mais nada que não seja Lisboa
Lisboa, a cidade onde a paz, a pertença e a felicidade transformam o pouco em abundância.
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Ler o poema →Somos feitos das histórias que ninguém pode contar por nós.
Paulo Muhongo é escritor, poeta e analista político. Escreve sobre África, Lisboa e o poder da palavra: poemas, ensaios literários, análise política e história africana. Edição independente, escrita sem pressa.
O desenho é um sona, a arte dos Cokwe do leste de Angola: uma única linha traçada na areia, sem levantar o dedo, enquanto se conta uma história.
Lisboa, a cidade onde a paz, a pertença e a felicidade transformam o pouco em abundância.
A saudade não bate à porta; simplesmente se instala num lugar inesperado, sem ser convidada.
Da exploração colonial da borracha à corrida contemporânea pelo cobalto e pelo coltan, a história do Congo revela uma questão que continua por resolver: como transformar uma imensa riqueza natural em dignidade, soberania e desenvolvimento para o seu povo?
Entre a memória dos antepassados, a identidade comunitária e a celebração da vida, o Efiko permanece como uma das expressões mais significativas da herança cultural de Angola.
Uma companhia aérea de bandeira não deve ser avaliada apenas pela dimensão dos seus aviões ou pela extensão das suas rotas internacionais, mas também pela capacidade de ligar o território nacional, facilitar o comércio e aproximar os angolanos.
Entre a nacionalidade inscrita nos documentos e o reconhecimento social da pertença, persiste uma contradição que obriga a Europa a questionar a sua própria ideia de igualdade.

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Uma viagem poética pelos sentimentos que habitam o ser humano: amor, saudade, esperança, dor e superação.
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Paisagens físicas e emocionais de Lisboa, entre memórias, encontros, caminhos cruzados e a beleza dos pequenos momentos.
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Paulo Muhongo é poeta, crítico literário e pensador político. A sua obra explora as interseções entre linguagem, poder e sociedade, e a forma como as palavras moldam a nossa compreensão do mundo.
Com formação em Literatura Comparada e Ciências Políticas, cria pontes entre a reflexão estética e o pensamento crítico sobre os desafios contemporâneos.
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